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Heráldica


funcionário públicobrasõesIdade MédiatorneiosCarlos VII da FrançaAfonso V de Aragãoséculo XVPortugalManuel IAntónio GodinhoTerramoto de 1755João RodriguesAntónio RodriguesBrasil ImpérioPossidônio Carneiro da Fonseca CostaLuís Aleixo Boulanger






Thomas Hawley, Clarenceux Rei de Armas.


Com o nome de Rei de Armas, também chamado de Rei das Armas, Arauto Real, Heraldo da Corte[1] se distingue ao funcionário público a quem está encomendado o registro dos brasões, a formação dos novos que serão concedidos e a observância das leis heráldicas.


O rei de armas era um título de dignidade e honra que davam os reis aos cavaleiros mais esforçados que eram responsáveis por alertar sobre as façanhas militares de outros e depor sobre eles para a sua remuneração e recompensa, decidir em causas duvidosas dos feitos de armas, denunciar as guerras, assentar paz, assistir aos conselhos de guerra e interpretar as letras escritas em língua estrangeira aos reis. Suas insígnias eram as armas e brasão do imperador ou rei, sem nenhuma ofensiva pois não guerreavam.[2]


Este cargo teve muitas prerrogativas e grande importância nos últimos séculos da Idade Média, especialmente na organização dos torneios e na formulação das suas regras.


A eles se devem os primeiros livros de Heráldica entre os quais foram célebres o livro do Heraldo Berry, primeiro heraldo de Carlos VII da França e o de Heraldo Sicilia que o foi de Afonso V de Aragão, ambos da primeira metade do século XV.


Em Portugal, o ofício foi organizado de forma sistemática pela primeira vez sob as ordens de Dom Manuel I,[3] fazendo reunir todos os brasões, insígnias e letreiros, para acabar com o livre arbítrio no uso das armas e concessão de brasões. Provavelmente, o primeiro Rei de Armas de Portugal teria sido António Godinho,[3] mas seus escritos desapareceram no Terramoto de 1755. Sobreviveram os livros heráldicos de João Rodrigues e de António Rodrigues.[3]


No Brasil Império, houve dois Reis de Armas, Possidônio Carneiro da Fonseca Costa e Luís Aleixo Boulanger.



Referencias |




  1. «Real Academia Heráldica de Pathros» 


  2. Diccionario enciclopédico popular ilustrado Salvat (1906-1914)


  3. abc «Real Academia Heráldica de Pathros» 








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